Às vezes, nos meus momentos de crise, penso que não nasci para um relacionamento passional com outra pessoa. Paquero. Encontro informações a respeito. Adiciono no Orkut, Msn, mas nada dá certo.
Um dia desses alguém me chamou a atenção. Não sabia o nome. Desconhecia a cidade. Queria ter o endereço do Orkut. Fui atrás desses dados e de outros. Encontrei todos. Lembro de que fiquei feliz da vida quando tinha as informações de que precisava. A minha alegira foi tanta que minha vontade era pular, cantar. Alguém até me disse que eu tivesse cuidado para não me decepcionar. Eu respondi que eu podia até me decepcionar, mas naquele momento eu estava feliz e isso é o que importava. Depois de tudo vi que a coisa não iria rolar. Esse não foi o primeiro caso.
Ontem eu conversava com umas pessoas. Eu dizia que não tinha nascido para essa vida. Minha missão no mundo, talvez, seja outra. Alguns já me falaram a propósito. Mas, penso, que não devo abraçar algo radical (no sentido de ter que renunciar muitos desejos) porque, ainda, não me dei bem com alguém. Contudo, já vislumbro outro horizonte para mim.
Disseram-me que eu não tinha encontrado a pessoa certa. Existe a pessoa certa? Existe aquele alguém que nasceu e foi destinado pela divindade para você? Sei lá. De qualquer forma continuo solteiro.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Um filme polêmico: Do começo ao fim
A homossexualidade sempre foi assunto delicado pela sociedade heteronormativa. Nos últimos anos, gays, lésbicas, bissexuais e cia, ganharam uma visibilidade muito grande. Em alguns estados e municípios deste país têm seus direitos reconhecidos por lei. Isso depois de muita luta por parte da comunidade LGBTT através de seus movimentos sociais. Muitos pesquisadores, de todas as áreas do conhecimento humano, sobretudo a de Humanas, têm dedicado sua vida a pesquisas e estudos sobre a sexualidade humana, visando destruir preconceitos existentes na sociedade. Mesmo assim a homofobia é muito forte. Os discursos de religiosos conservadores, mormente de líderes protestantes, é muito violento. Além da homossexualidade ser rejeitada por muitos, imagine o incesto!
Um filme, ainda sem data para seu lançamento, deve provocar polêmica não só por tratar de um relacionamento homossexual. Dirigido por Aluisio Abranches, "Do começo ao fim" é um longa que vai mostrar a história de dois irmãos que nutrem um amor mais que fraternal um pelo outro. No Youtube o trailer já foi visto milhares de vezes, provocando um debate entre os que possuem um canal no site. Um video já foi excluído do Youtube, mas outros foram colocados no lugar. Depois que cai na internet... Quem quiser é só conferir em http://www.youtube.com/watch?v=3DVa2DKSnU0
Um filme, ainda sem data para seu lançamento, deve provocar polêmica não só por tratar de um relacionamento homossexual. Dirigido por Aluisio Abranches, "Do começo ao fim" é um longa que vai mostrar a história de dois irmãos que nutrem um amor mais que fraternal um pelo outro. No Youtube o trailer já foi visto milhares de vezes, provocando um debate entre os que possuem um canal no site. Um video já foi excluído do Youtube, mas outros foram colocados no lugar. Depois que cai na internet... Quem quiser é só conferir em http://www.youtube.com/watch?v=3DVa2DKSnU0
sábado, 9 de maio de 2009
Sem saco pra estudar
Hoje não fui ao curso de espanhol. O pior é que eu tinha prova. Mas, durante a semana que se finda, meu tempo não permitiu que eu estudasse o conteúdo. Ou será que foi porque eu não administrei bem meu tempo? De toda forma eu não estou com saco para estudar conteúdos formais, seja da faculdade ou do curso de espanhol. Quero mesmo é poder ler e estudar o que me dá prazer, o que me faz sonhar, aquilo que me ajuda no conhecimento de mim mesmo.
Ontem na faculdade, durante a aula de Construção da História Regional, eu estava inquieto, queria a todo tempo sair da sala. Não só eu, diga-se de passagem, quase todos colegas de turma também. Têm coisa que a gente se pergunta pra quê estuda. O conhecimento válido é aquele que vai servir no nosso dia-a-dia, ou que vai nos fazer repensar a existência, ou ainda aquele que nos possibilita viajar, sair da rotina e entra no mundo de outros personagens, como a literatura.
O curso de espanhol me é útil. Quando me matriculei, apesar de à época preferir mais inglês, fiz pela possibilidade e facilidade de estudar, viajar e trabalhar em algum país da América Latina, sobretudo algum membro do MERCOSUL. A disciplina de ontem, no curso de História, também é importante. Ela possibilita uma olhar crítico sobre nossa região e do seu conceito, abarcando os vários discursos forjados pelas elites nordestinas, mas que não viabiliza um novo nordeste. Só que tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu, como diz Chico Buarque de Holanda, aí estudar se torna um porre.
sábado, 25 de abril de 2009
Paixão
São 22:43. Cheguei agora a pouco da praça central. Conversava com uns amigos(a). Falávamos sobre política local e religião. Antes tinha conversado com uma garota. Foi minha aluna durante um bimestre no ano passado. Mas não tive tempo de conhecê-la como a conheço hoje. Eu acabara de chegar de Alagoa Grande (fui para um louvor do EJC). Ao largo da Igreja muitas pessoas estavam aglomeradas, proseando. Assim que cheguei ela veio falar comigo. Percebi tristeza no seu semblante. Olho mais adiante e vejo o motivo. O cara que ela estava afim conversava, distante de todo mundo, com outra menina. Logo ela me confessa ter recebido uma notícia que a deixou daquele jeito. Imagino qual tenha sido. Eu já fiquei triste e até chorei, lhe disse, com uma notícia do tipo.
É incrível como a paixão tem o poder de nos deixar efusivos tão quanto cabisbaixos. Quando estamos apaixonados e sentimos uma ponta de esperança no(a) outro(a)tudo parece ter mais sentido. O sentimento expande-se para as outras áreas de nossas vidas. A existência torna-se mais excitante. Nossa sensibilidade aumenta. Uma música nos faz bem. Uma flor prende nossa atenção. Acordamos e agradecemos a Deus por mais um dia de vida. Mas quando a esperança no outro(a) se esvai... O vinho se transforma em água. As coisas perdem o sentido e vida transforma-se num caos. Ficamos irritados. Tristes. Depressivos. A paixão tem dois lados. Essa minha amiga experimentou o primeiro. Gostou. Agora estava vivenciando o segundo e doloroso lado. Eu já vivi os dois. Já estive no céu e no inferno por causa da paixão.
O pior é que o cara enganou ela. Quando sofremos por uma paixão não correspondida a dor é menor se comparada a de uma pessoa que foi alimentada com esperanças. Nunca alimentei expectativas em ninguém se eu não fosse corresponder. Errei com uma pessoa que me envolvi pela internet, acabando o relacionamento pouco antes de nos encotrarmos, mas nunca lhe enganei. Meus sentimentos eram reais, não obstante, o amor ser virtual. Até dia desses eu estava ficando com alguém. Mas deixei desde o primeiro instante que não queria namorar. Por isso pedi para que ela não se apaixonasse por mim. Eu sabia que se isso chegasse a acontecer eu seria motivo, objeto de sofrimento. Se ela se apaixonou por mim, o que acho que aconteceu, não foi porque eu lhe dei esperanças futuras. Sei o quanto é péssimo não ser correspondido.
Vou rezar por ela. Ela é adolescente ainda e nesta fase até um abraço pode ser entendido como um gesto a mais que amizade. É carente. E também sou mas já consigo viver melhor com essa carência afetiva. Torço para que ela encontre alguém que seja leal com seus sentimentos. E espero também ser leal com uma pessoa que realmente desperte minha atenção. Muitas pessoas já despertaram, sem dúvidas. Mas a timidez me impede de me aproximar. Ou será o medo de não ser correspondido? Talvez os dois.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Ele
Ele estava alí. Quieto. Abosorto em seus pensamentos. Um pouco distante algumas pessoas o observava. Achavam estranho um garoto tão bonito e tão solitário. Contrastes da vida. A sua beleza atraiam as pessoas para si, mas ele não sentia-se atraído por nenhuma. Queria ser aceito em sua subjetividade e não por sua exterioridade. Muitas vezes questionou o motivo de sua existência. Por que tinha nascido assim? Não seria mais fácil ser igual a todo mundo? Por que,Deus, o fez desse jeito? Eram tantas questões que invandiam sua psiquê. Eram tantas as perguntas sem respostas.
O sol estava quase se pondo. Por um momento ele interrompeu suas interrogações. Quis contemplar o espetáculo da natureza. Enquanto olhava o horizonte, a natureza, as nuvens douradas, os pássaros voando, sentia a presença do sagrado, esquecia seus problemas. Uma sensação de plenitude invadia sua alma. Estava fora do mundo. Queria eternizar aquele instante.
De repente ouve um movimento. Tem alguém pisando na grama em que ele está sentado. Olha para trás. Vê uma criança. Ela vinha pegar um brinquedo que tinha esquecido. Por um momento ele perdeu a concentração diante do show que estava assistindo. Mas sua atenção se volta para o ocaso. O sol que desaparece é o mesmo que surgirá amanhã, pensa. A noite vem surgindo. Olha o relógio. Levanta-se. Percebe que as pessoas que estavam um pouco atrás já tinham ido embora. Quem dera seus conflitos fossem também...
Vai para sua casa. Até lá não sente muito a vontade. Sua família nunca vai lhe entender, pensa. Passa por seus pais. Eles estão falando sobre alguma coisa que foi comprada durante o dia. Entra no seu quarto. Liga o PC. Encontra no mundo virtual o que mundo real lhe nega. É aceito, tem amigos (a), namora... Por que só na internet encontra aquilo que lhe é negado no dia-a-dia? Certamente muitos do que nela navegam são como ele.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Sem net é phoda
As necessidades humanas são inventadas. Nem todas. Mas a maioria das necessidades que o ser humano têm no século XXI foram criadas.
Temos necessidades essenciais. Sem ela a existência é impossível. Comer, beber, dormir, vestir, relacionar-se...
Mas, sobretudo depois das Revoluções Industriais, necessidades novas foram forjadas.
Geladeira, fogão a gás, TV, rádio, revistas, celular, internet... Foram e são tantos os objetos que o homem inventou, antes desnecessários porque tínhamos outras necessidades, hoje indispensáveis a nós, meros mortais.
Hoje não vivo sem internet. Conheci essa tecnologia há 5 anos, em 2005. De lá pra cá fomos nos conhecendo e nos apaixonando. Os sites me encantavam. Descubri o e-mail. Cheguei a criar vários. As salas de bate papo, uauuuu. Orkut. Em 2006, uma amiga me enviou um convite. No começo não sabia direito. Depois... Tenho quatro Orkut, três perfis verdadeiros e um fake. Msn. Como é bom teclar com outra pessoa de outra cidade, de outro estado. Gente que eu sequer sonhava existir. Gente que só raramente na vida eu via. Myspace. Tou aprendendo ainda. Faço parte de outras redes socias também. Blog. Tenho três, esse e mais dois; um é do fake que tenho.
Tudo isso faz parte do meu cotidiano. Está privado da net é como não se alimentar. Mas na semana santa tinha que fazer um jejum. Fiz de quê? Nem precisa dizer.
Ontem fui acessar. Tava sem conexão. Que droga, pensei. Só hoje volto para ela.
Dois deputados morreram, soube agora pela manhã, quando acessei o G1. Vi no blog de Eginaldes os comentários a respeito do ônibus novo que chegou na prefeitura. Tinha vários recados no Orkut. Um monte de e-mail, a maioria deletei; como eu ia lê-los todos?
Agora, 09:04, a lembrança traz um trecho de uma música de Ana Carolina (a deusa). "A vida tão simples é boa..." Será mesmo? "Quase sempre"...
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Minha comunhão depois de vários anos
Domingo, 8 de Abril de 2009. Manhã do domingo de ramos. A Igreja de Nossa Senhora da Conceição estava cheia. Na semana santa os católicos saem de suas tocas e vão a casa de Deus. A missa celebrada pelo Padre Jardiel foi muito bonita. Fico com um frio na barriga. Estou inquieto. Ansioso. Por quê?
Depois de vários anos. Acredito que foi mais de 8 anos. Eu iria voltar a comugar. E comuguei. Não compreendia bem o que era a comunhão, a hóstia. Não conseguia entender o cuidado de muitas pessoas pelo sacramento da comunhão. Não entendia o porquê as pessoas se emocionavam quando olhavam para o Santíssimo. Mas no retiro de carnaval que fui, na cidade de Remígio, esse ano, minhas dúvidas foram clareadas.
Quando era evangélico a Eucaristia era chamada de Santa Ceia. Lá o pão e o vinho era um memorial da última ceia que Jesus fez com seus discípulos antes de sua paixão. Era apenas uma representação do Corpo e do Sangue de Cristo. Foi Lutero quem primeiro combateu a transubstanciação (a crença de que o pão e o vinho se transformava no Corpo e no Sangue de Cristo). Para ele Jesus estava presente nestes elementos mas os mesmos não se transformavam no seu Corpo e no seu Sangue.
Na Igreja Católica a hóstia é Jesus real, sacramentado. Só consegui aceitar essa doutrina quando uma mulher, com sua simplicidade, palestrou sobre a Eucaristia no retiro. Sua mensagem me tocou profundamente. Naquele instante minha vontade era de comungar. Mas eu tinha que falar com meu padre. Várias vezes marcamos de conversar, mas a falta de tempo impedia isso. Sábado, fui junto com uma amiga almoçar com ele em Guarabira. Eu o perguntei quando a gente iria conversar sobre esse assunto. Ele me falou que tinha exposto meu caso ao Bispo da Diocese e ele tinha me liberado. Fiquei super feliz. No dia seguinte eu comunguei.
Estava esperando muito. Na fila eu tinha a percepção que os olhos das pessoas estavam sobre mim. Mas chegou a hora tão esperada. E comuguei. Comi a carne de Jesus. Me alimentei espiritualmente. Fiquei radiante. Agora sim posso declaram de fato que sou católico.
Infelizmente o pecado me tenta constantemente. Mas a graça de Deus me faz compreender que o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo me redime de toda a mácula do pecado.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Limites
Pecado é ultrapassar os limites.
Mas, às vezes, pra alcançar nossos objetivos, realizar nossos sonhos, satisfazer nossos desejos, o limite deve ser ultrapassado.
O pecado existe quando a gente prejudica o outro, o meio em que vivemos, a natureza.
Só os que ultrapassam os limites vencem na vida.
Só os que ultrapassam os limites ficam na história.
Só os que ultrapassam os limites são dignos de honra.
O medo, durante a travessia, tenta nos fazer parar, voltar atrás, mas quando ser ver o que está por trás dos limites, nenhum obstáculo é impossível de superar.
E assim se realiza os sonhos: combustível da existência!
segunda-feira, 30 de março de 2009
As maçãs que comi, as uvas que chupei, as pessoas que conheço
Ontem a noite. Saio da missa. Vou com uma amiga "lanchar" (mas não comi nada porque meu intestino não tava nada bem). Depois vou a praça. Fico conversando com colegas. Vejo uma briga ali, logo na nossa frente. Acaba a briga. Voltam a brigar. Eu vou, de forma inconsequente, ver bem de perto. Sigo atrás dos caras envolvidos. Eu só não. Todos que estavam na praça da Matriz também vão. Por que os seres humanos que buscam tanto a paz gostam de ver tragédia? Mas acaba a briga. Voltamos a conversar. Depois de um tempo, já cansado do dia (reunião, enterro) volto pra casa. Tô com fome. Pego uma maçã pra comer e umas uvas pra chupar.
Me chamou a atenção a maçã. E as uvas também. A maçã estava linda, vermelha, aparentemente saborosa. Quando dei minha primeira mordida, naquela que imaginei ser uma suculenta maçã, me decepcionei. Dentro ela estava toda machucada. Quem visse por fora ficara surpreso com o lado externo que discrepava com o seu lado interno.
As uvas corresponderam minhas expectativas. Lindas por fora. Saborosas, suculentas e doces por dentro. O lado externo estava em perfeita sintonia com o lado interno. Diferente da maçã que comi, as uvas que chupei eram transparentes; mostravam por fora o que eram por dentro.
Penso nas pessoas. Maçãs. Uvas. Conheço umas maçãs que por fora demonstram uma coisa bem diferente do que são por dentro. E conheço umas uvas que são transparentes, o seu exterior expressa o que vem do seu interior. Algumas por serem falsas de natureza. Outras, a sociedade as obriga a vestir uma máscara. Neste ultimo caso é mais complicado ser o que é. No outro caso, depende do caráter das pessoas.
Alguns tipos de maçãs sempre prejudicam a gente. Outras são prejudicadas por um meio social hostil a elas. É preciso diferenciar os dois tipos de pessoas para não ser injusto com quem já é tão injustiçado ou para beneficiar quem já é tão ilicitamente beneficiado. Viva as UVAS!
Me chamou a atenção a maçã. E as uvas também. A maçã estava linda, vermelha, aparentemente saborosa. Quando dei minha primeira mordida, naquela que imaginei ser uma suculenta maçã, me decepcionei. Dentro ela estava toda machucada. Quem visse por fora ficara surpreso com o lado externo que discrepava com o seu lado interno.
As uvas corresponderam minhas expectativas. Lindas por fora. Saborosas, suculentas e doces por dentro. O lado externo estava em perfeita sintonia com o lado interno. Diferente da maçã que comi, as uvas que chupei eram transparentes; mostravam por fora o que eram por dentro.
Penso nas pessoas. Maçãs. Uvas. Conheço umas maçãs que por fora demonstram uma coisa bem diferente do que são por dentro. E conheço umas uvas que são transparentes, o seu exterior expressa o que vem do seu interior. Algumas por serem falsas de natureza. Outras, a sociedade as obriga a vestir uma máscara. Neste ultimo caso é mais complicado ser o que é. No outro caso, depende do caráter das pessoas.
Alguns tipos de maçãs sempre prejudicam a gente. Outras são prejudicadas por um meio social hostil a elas. É preciso diferenciar os dois tipos de pessoas para não ser injusto com quem já é tão injustiçado ou para beneficiar quem já é tão ilicitamente beneficiado. Viva as UVAS!
segunda-feira, 23 de março de 2009
Apaixone-se
Apaixone-se!
Apaixone-se definitivamente pelo seu sonho; o sonho de ninguém deve ser mais apaixonante que o seu!
Apaixone-se pelo seu talento, mesmo que seu senso crítico insista para você escolher realizar outras coisas...
Apaixone-se mais pela viagem do que pela chegada ao seu destino!
Apaixone-se pelo seu corpo - mesmo que ele esteja fora de forma, pois de "qualquer forma" ele é a única casa que você possui.
Desapaixone-se de seus medos... Eles minam sua alegria de viver.
Apaixone-se pelas suas memórias mais deliciosas; ninguém pode tirá-las de dentro de você e elas são excelentes fontes de inspiração em momentos de dor.
Apaixone-se por aquelas besteiras saudáveis que passam por sua mente entre um e outro momento de estresse; eles ajudam a sobreviver.
Apaixone-se pelo sol; ele é fiel, gratuito, absolutamente disponível e dá prazer.
Apaixone-se por alguém; não espere alguém se apaixonar antes por você, só por garantia e segurança.
Apaixone-se pelo seu projeto de vida; acredite, não dá certo fazer isto a dois.
Apaixone-se pela dança da vida que está sempre em movimento dentro da gente, mas que, por defesa nós teimamos em algemar.
Apaixone-se mais pelo significado das coisas que você conquistar do que pelo seu valor material.
Apaixone-se por suas ideias, mesmo que tenham dito que elas não serviam pra nada.
Apaixone-se por seus pontos fortes, mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no seu cérebro.
Apaixone-se pela ideia de ser verdadeiramente feliz!
Felicidade encontra-se de sobra nas prateleiras de seus recursos interiores.
Apaixone-se pela música que você pode ser para alguém...
Apaixone-se por ser humano!
Apaixone-se definitivamente por você!
Apaixone-se rápido!
O poder de decisão só pertence a você!
[Autor desconhecido. Encontrei no site http://www.bilibio.com.br/mensagem.exibir.php?codmsg=853]
Apaixone-se definitivamente pelo seu sonho; o sonho de ninguém deve ser mais apaixonante que o seu!
Apaixone-se pelo seu talento, mesmo que seu senso crítico insista para você escolher realizar outras coisas...
Apaixone-se mais pela viagem do que pela chegada ao seu destino!
Apaixone-se pelo seu corpo - mesmo que ele esteja fora de forma, pois de "qualquer forma" ele é a única casa que você possui.
Desapaixone-se de seus medos... Eles minam sua alegria de viver.
Apaixone-se pelas suas memórias mais deliciosas; ninguém pode tirá-las de dentro de você e elas são excelentes fontes de inspiração em momentos de dor.
Apaixone-se por aquelas besteiras saudáveis que passam por sua mente entre um e outro momento de estresse; eles ajudam a sobreviver.
Apaixone-se pelo sol; ele é fiel, gratuito, absolutamente disponível e dá prazer.
Apaixone-se por alguém; não espere alguém se apaixonar antes por você, só por garantia e segurança.
Apaixone-se pelo seu projeto de vida; acredite, não dá certo fazer isto a dois.
Apaixone-se pela dança da vida que está sempre em movimento dentro da gente, mas que, por defesa nós teimamos em algemar.
Apaixone-se mais pelo significado das coisas que você conquistar do que pelo seu valor material.
Apaixone-se por suas ideias, mesmo que tenham dito que elas não serviam pra nada.
Apaixone-se por seus pontos fortes, mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no seu cérebro.
Apaixone-se pela ideia de ser verdadeiramente feliz!
Felicidade encontra-se de sobra nas prateleiras de seus recursos interiores.
Apaixone-se pela música que você pode ser para alguém...
Apaixone-se por ser humano!
Apaixone-se definitivamente por você!
Apaixone-se rápido!
O poder de decisão só pertence a você!
[Autor desconhecido. Encontrei no site http://www.bilibio.com.br/mensagem.exibir.php?codmsg=853]
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