Já deveria ter postado, mas nunca é tarde (risos).
Depois de cinco anos de curso, chegar a sua conclusão e falar algumas palavras é muito limitante. As experiências, a camaradagem, as discussões em sala da aula, as conversas de corredor, as ansiedades para apresentar um seminário, as amizades construídas, tudo isso merece ser ressaltado, uma vez que, nenhum que está presente neste baile, nesta noite de domingo, pode, acredito, dizer que não influenciou e foi influenciado por esses e outros movimentos ocorridos na turma 2005.1 – Noite, a Turma da Caverna!
Por isso, prefiro resumir minha caminhada no curso de História com as duas músicas que me deixaram numa dúvida cruel sexta-feira à noite, a propósito deste baile.
Desde o começo, quando me pediram que escolhesse uma música, pensei em Metamorfose Ambulante de Raul Seixas. A sua letra representa o processo que vivenciei durante os cinco anos no Campus III. Cheguei com idéias formadas, cristalizadas, com sonhos e desejos concretos que, até então, pensava ser incólumes a qualquer influência externa. Eu estava seguro. Minha identidade estava formada. Nada deveria ser alterado, apenas somado.
Mas, a curiosidade me incitou a procurar respostas com professores, professoras, livros, amigos e amigas, e pouco a pouco, fui revendo e repensando meus conceitos e preconceitos. E vi que a vida é muito mais ampla, plural, as possibilidades de vivenciar tudo o que ela oferece são tantas e múltiplas, que eu não poderia continuar do que jeito que entrei em fevereiro de 2005. Mudei. Metamorfoseei. Aquela velha opinião formada sobre tudo se transmudou em, somente, interpretações que podem, devido a uma série de fatores e influências, deixarem de existir.
Essa era a música para esse baile. Quita-feira à noite, contudo, eu conversava pelo Twitter e MSN, com uma amiga virtual de Sampa sobre músicas. Foi quando ela me falou de “Tempos Modernos” que eu já conhecia, mas nunca tinha prestado atenção bem a letra. Fiz o download na sexta à tarde, eu comecei a ouvir e não consegui mais parar. Ela sintetiza o que hoje me move e me enche de esperança no mundo.
É essa vida mais clara, repleta de toda satisfação que se tem direito do firmamento ao chão, é a realização do amor numa boa, pra qualquer pessoa independente de seus desejos, é o novo começo de era, com gente elegante e sincera com habilidade para dizer mais sim do que não, que pretendo na minha futura prática docente, ou na política, ou nos movimentos sociais ou, até mesmo, na religião, nunca se sabe o futuro, ajudar a construir e que me fará lutar por ele, que me fará viver tudo que há pra viver e me permitir a outras possibilidades que, nesta trajetória que se inicia, surgir no meio do caminho.
Obrigado!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Passei no vestibular
Passei a manhã todinha de segunda na frente do PC.
Tava numa ansiedade da gota serena.
A espera para a divulgação do resultado do vestibular 2010 da UEPB me tirava a paz.
Eu entrava no site direto e nada. Na comunidade do Orkut e nada. Tava tudo congestionado.
Me deram o link do Colégio Motiva. Passava os nomes com um nervosismo danado. Mas quando vi meu nome: Joel Martins Cavalcante, vibrei de alegria.
Obtive 729,70 de média. Fiquie em 8º lugar.
Espero que tudo ocorra bem!
Alguns amigos meus também passaram. Isso me fez mais feliz ainda!
Tava numa ansiedade da gota serena.
A espera para a divulgação do resultado do vestibular 2010 da UEPB me tirava a paz.
Eu entrava no site direto e nada. Na comunidade do Orkut e nada. Tava tudo congestionado.
Me deram o link do Colégio Motiva. Passava os nomes com um nervosismo danado. Mas quando vi meu nome: Joel Martins Cavalcante, vibrei de alegria.
Obtive 729,70 de média. Fiquie em 8º lugar.
Espero que tudo ocorra bem!
Alguns amigos meus também passaram. Isso me fez mais feliz ainda!
domingo, 3 de janeiro de 2010
UEPB divulga lista de aprovados no Vestibular 2010 amanhã
Foi o segundo vestibular que fiz.
Fiquei numa dúvida cruel se fazia para Direito ou para Letras. Adoro literatura. Com os conhecimentos e a experiência do curso de História, eu tinha a certeza que seria muito legal trabalhar com os livros.
Mas, depois de muito pensar, decidi optar pelo Direito. Posso trabalhar com a Literatura sem precisa fazer uma graduação do tipo. Fiz o vestibular pra Direito porque, se eu meu meter na política, vai me ajudar e muito! Além do mais, em mim, tenho aquele sonho de tentar mudar o mundo, tornar as coisas menos injustiças e tal.
Fiz uma boa pontuação. Tou confiante.
Espero que tudo ocorrar como imagino.
Fiquei numa dúvida cruel se fazia para Direito ou para Letras. Adoro literatura. Com os conhecimentos e a experiência do curso de História, eu tinha a certeza que seria muito legal trabalhar com os livros.
Mas, depois de muito pensar, decidi optar pelo Direito. Posso trabalhar com a Literatura sem precisa fazer uma graduação do tipo. Fiz o vestibular pra Direito porque, se eu meu meter na política, vai me ajudar e muito! Além do mais, em mim, tenho aquele sonho de tentar mudar o mundo, tornar as coisas menos injustiças e tal.
Fiz uma boa pontuação. Tou confiante.
Espero que tudo ocorrar como imagino.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Adeus 2009
Último dia de 2009.
O que dizer?
Não quero fazer uma retrospectiva de minha vida durante o ano que se vai. Contudo, posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que este foi o ano mais importante de minha vida nestes 22 anos de existência terrena.
Não só o mais importante como também o mais feliz.
Tenho muito que agradecer a Deus por todas as amizades construídas e consolidadas, pela conquista profissional com o término do curso de História, pelo meu trabalho, pelo envolvimento na Igreja que, em grande parte, foi à responsável pelas coisas boas que me aconteceram.
Durante este ano aprendi a viver minha fé em Deus sem ser necessário viver asceticamente no mundo.
Os amigos e amigas que fiz, quero levá-los por toda a minha vida. Como me fizeram feliz!
Não tenho muito que dizer. Mas tenho muito que agradecer!
Obrigado a Deus!
Obrigado a minha família!
Obrigado aos meus amigos virtuais!
Obrigado aos meus amigos reais!
Obrigado a Igreja Católica!
Obrigado ao universo que tem sido gentil comigo.
Só consegui namorar ninguém, mas isso é de somenos...
O que dizer?
Não quero fazer uma retrospectiva de minha vida durante o ano que se vai. Contudo, posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que este foi o ano mais importante de minha vida nestes 22 anos de existência terrena.
Não só o mais importante como também o mais feliz.
Tenho muito que agradecer a Deus por todas as amizades construídas e consolidadas, pela conquista profissional com o término do curso de História, pelo meu trabalho, pelo envolvimento na Igreja que, em grande parte, foi à responsável pelas coisas boas que me aconteceram.
Durante este ano aprendi a viver minha fé em Deus sem ser necessário viver asceticamente no mundo.
Os amigos e amigas que fiz, quero levá-los por toda a minha vida. Como me fizeram feliz!
Não tenho muito que dizer. Mas tenho muito que agradecer!
Obrigado a Deus!
Obrigado a minha família!
Obrigado aos meus amigos virtuais!
Obrigado aos meus amigos reais!
Obrigado a Igreja Católica!
Obrigado ao universo que tem sido gentil comigo.
Só consegui namorar ninguém, mas isso é de somenos...
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Freud não, Marisa sim
Cão que ladre não morde, diz a sabedoria popular. E isso é verdade. Quem mais fala, quem mais esperneia, no fim brocha. Não sei o motivo que me faz falar tanto dessa coisa chamada amor. Só sei que não consigo deixar de falar. É no Orkut, no Twitter, no MSN, são as minhas músicas preferidas, são os filmes diletos, tudo gira em torno desse sentimento tão doce quanto amargo.
Nos últimos dias, sobretudo agora em dezembro, talvez seja devido o Natal, o amor voltou com força em meus pensamentos, em minhas divagações.
Freud, o pai da Psicanálise, que me ajudou tanto no passado em minhas inquietações e dúvidas, já não consegue explicar como estou como me sinto. Os desejos reprimidos do inconsciente, que ele tanto fala, já liberei, se não realizo as loucuras é porque não vejo, ao meu redor, alguém que seja ideal para isso. O superego já não me domina tanto. O ID tento controlar, senão foge do controle.
Mas tudo isso já está superado em mim. Não procuro mais na ciência algo que possa me explicar. Estou, ultimamente, mais ligado à música. Ah, como a música tem sido companheira leal em minhas horas de solidão, nos meus momentos de desengano, nos instantes de decepção! Tenho, por isso, me socorrido nesta arte tão divina e profana.
Na minha pasta de CD do computador estão muitas músicas de cantores e cantores com estilos variados. Sempre encontro uma canção para cada situação que vivencio.
Nesta fase, uma música interpretada por Marisa Monte fala por mim. Algumas pessoas, em conversa ao vivo ou pena net, quando me perguntam como estou, eu coloco trechos da letra.
O nome é “Ando meio desligado” de Rita Lee.
Ando
Meio desligado
Eu nem sinto
Meus pés no chão
Olho
E não vejo nada
Eu só penso
Se você me quer
Eu nem vejo a hora
De te dizer
Aquilo tudo
Que eu decorei
E depois do beijo
Que eu já sonhei
Você vai sentir mas
Por favor
Não leve à mal
Eu só quero que você me queira
Não leve à mal
Não preciso comentar mais nada. A letra fala por mim. É essa espera que angustia tanto e que me faz andar pelo mundo da lua.
Nos últimos dias, sobretudo agora em dezembro, talvez seja devido o Natal, o amor voltou com força em meus pensamentos, em minhas divagações.
Freud, o pai da Psicanálise, que me ajudou tanto no passado em minhas inquietações e dúvidas, já não consegue explicar como estou como me sinto. Os desejos reprimidos do inconsciente, que ele tanto fala, já liberei, se não realizo as loucuras é porque não vejo, ao meu redor, alguém que seja ideal para isso. O superego já não me domina tanto. O ID tento controlar, senão foge do controle.
Mas tudo isso já está superado em mim. Não procuro mais na ciência algo que possa me explicar. Estou, ultimamente, mais ligado à música. Ah, como a música tem sido companheira leal em minhas horas de solidão, nos meus momentos de desengano, nos instantes de decepção! Tenho, por isso, me socorrido nesta arte tão divina e profana.
Na minha pasta de CD do computador estão muitas músicas de cantores e cantores com estilos variados. Sempre encontro uma canção para cada situação que vivencio.
Nesta fase, uma música interpretada por Marisa Monte fala por mim. Algumas pessoas, em conversa ao vivo ou pena net, quando me perguntam como estou, eu coloco trechos da letra.
O nome é “Ando meio desligado” de Rita Lee.
Ando
Meio desligado
Eu nem sinto
Meus pés no chão
Olho
E não vejo nada
Eu só penso
Se você me quer
Eu nem vejo a hora
De te dizer
Aquilo tudo
Que eu decorei
E depois do beijo
Que eu já sonhei
Você vai sentir mas
Por favor
Não leve à mal
Eu só quero que você me queira
Não leve à mal
Não preciso comentar mais nada. A letra fala por mim. É essa espera que angustia tanto e que me faz andar pelo mundo da lua.
domingo, 6 de dezembro de 2009
o Amor (de novoooo)
Hoje estou naqueles dias...
A tarde de domingo está tão deprê.
Pra começar eu dormir a tarde quase toda. Eu tava com um sono danado. Quinta-feira teve festa em comemoração aos 56 anos de emancipação política de minha cidade. Só cheguei em casa às 4:00 h da manhã da sexta-feira. Então, depois do almoço, fui durmir. Só acordei agora às 16:00 h.
Tava fazendo um sol. Decidi ir caminhar. Fui tomar banho. Quando sai do banheiro o tempo já tinha mudado. Minha única solução foi navegar na net, que também tá paradona.
Entro no Orkut, no Msn, no Twitter, em vários sites. Nada me agrada.
Coloquei as músicas de Cazuza. Ah, Cazuza, se não fosse você minha tarde teria sido uma droga, sem sentido.
Mas as músicas que me agradam são as que falam de amor. Ningém merece. Eu estou sozinho há um bom tempo. Não me lembro nem como é ter alguém, sem ser simplesmente amigo, pra dizer "Eu te amo!" ou "Eu tava com saudades de você!" ou "Penso em você o dia todo, o tempo todo".
Semana passada eu tava ouvindo "Firmamento" de Cidade Negra. Ah, que música linda! Eu tava com alguém na cabeça, mas por não sentir esperança da parte de lá, tou, pouco a pouco, abandonando o sentimento.
"Adoro um amor inventado", você canta Cazuza. Digo que você canta porque você não morreu. Você continua a viver através de sua canções no corações de milhões de pessoas que te admira, que te adora, que são teus fãs!
Preciso inventar um amor.
Preciso deixar de falar no amor e vivê-lo. Mas como? Com quem?
Tou lendo um livro espírita. Não que eu acredite nesta história de reencarnação. Mas algumas idéias são interessantes. A autoria diz que problemas que enfrentamos no presente estão ligados à vidas passadas, às escolhas que fizemos em outras encarnações.
Sobre a dificuldade em relacionamentos, a autora diz que a pessoa pode ter sido monge. Tou começando a ver uma ponta de verdade nisso tudo. Eu tenho uma inclinação religiosa muito forte. Quando rompi com o protestantismo, eu pensei que ia ficar profano. Mas o que aconteceu? Fui pro catolicismo!
A autora diz que tenho que me libertar disso pra poder viver um relacionamento de fato.
Não sei, Cazuza, se você levava a sério essas idéias dos espíritas. Acho que não. Mas, pra inventar um amor, acho que terei que fazer o que os espíritas dizem.
Eu só queria a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida, como você canta em "Todo amor que houver nessa vida".
Mas o "Tempo não pára" e tenho que seguir em frente.
Preciso, como alguém me disse, parar de teorizar muito o amor, o sexo, e passar a praticar e viver tudo isso. É isso que tenho e que vou fazer.
Ainda bem que 2010 tá chegando...
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Quando irei realizar os desejos mais loucos que pulsam em mim?
Quero encontrar alguém pra fugir comigo... fazer loucuras... realizar os sonhos mais prazerosos possíveis.
Já busquei nas Igrejas evangélicas que fiz parte, agora na Igreja católica, na faculdade, na escola que trabalho, no Orkut, na sala de bate papo do UOL, no MSN e, mais recentemente, no Twitter...
Será que nasci pra ficar sozinho?
Aff, que sina, hein?
Já pensei em ser padre, mas, acredito que o celibato seria um problema pra mim, apesar de só ter feito sexo com gosto e prazer somente três vezes na vida: com 15 anos, ano passado com 21 e em fevereiro desse ano...
Quando vejo alguém interessante que faz o meu tipo, não me quer... aliás, nem sei se não me quer mesmo, na verdade eu nem coragem tenho de chegar junto, falar meu interesse, tenho medo de levar um fora.
Como é difícil ser alguém como eu...
Ah, Deus, tens, por favor, misericórdia de mim!
Quero encontrar alguém pra fugir comigo... fazer loucuras... realizar os sonhos mais prazerosos possíveis.
Já busquei nas Igrejas evangélicas que fiz parte, agora na Igreja católica, na faculdade, na escola que trabalho, no Orkut, na sala de bate papo do UOL, no MSN e, mais recentemente, no Twitter...
Será que nasci pra ficar sozinho?
Aff, que sina, hein?
Já pensei em ser padre, mas, acredito que o celibato seria um problema pra mim, apesar de só ter feito sexo com gosto e prazer somente três vezes na vida: com 15 anos, ano passado com 21 e em fevereiro desse ano...
Quando vejo alguém interessante que faz o meu tipo, não me quer... aliás, nem sei se não me quer mesmo, na verdade eu nem coragem tenho de chegar junto, falar meu interesse, tenho medo de levar um fora.
Como é difícil ser alguém como eu...
Ah, Deus, tens, por favor, misericórdia de mim!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Agora é tarde
Chiclete com Banana tem uma música que adoro.
"A fila andou, eu te falei, não deu valor..."
A música se refere a quem a gente gosta, faz de tudo pra conseguir ficar, namorar e tal, valoriza e a pessoa nem ai. Só que a gente não pode ficar a vida inteira esperando alguém que nem esperança dá. Aparece sempre uma pessoa para substituir o amor não correspondido. Depois a pessoa se arrepende e vai atrás da gente, mas já é tarde... A fila andou.
Só que comigo aconteceu um pouco diferente. A fila andou não porque eu não valorizasse a pessoa. A fila andou porque eu não tive coragem de chegar junto e falar meu sentimento.
Ontem à noite, na faculdade, comecei a conversar com uma amiga. Conversa vai conversa vem eu pergunto a ela por alguém de sua cidade que faz Letras na facul. Ela me diz que foi para o Rio de Janeiro. Na hora meu teto caiu. Caramba! Por que não corri atrás antes? Agora é tarde.
O medo de lavar um fora me fez recuar no começo.
Ainda bem que resta o Orkut pra quando eu quiser matar a saudade...
"A fila andou, eu te falei, não deu valor..."
A música se refere a quem a gente gosta, faz de tudo pra conseguir ficar, namorar e tal, valoriza e a pessoa nem ai. Só que a gente não pode ficar a vida inteira esperando alguém que nem esperança dá. Aparece sempre uma pessoa para substituir o amor não correspondido. Depois a pessoa se arrepende e vai atrás da gente, mas já é tarde... A fila andou.
Só que comigo aconteceu um pouco diferente. A fila andou não porque eu não valorizasse a pessoa. A fila andou porque eu não tive coragem de chegar junto e falar meu sentimento.
Ontem à noite, na faculdade, comecei a conversar com uma amiga. Conversa vai conversa vem eu pergunto a ela por alguém de sua cidade que faz Letras na facul. Ela me diz que foi para o Rio de Janeiro. Na hora meu teto caiu. Caramba! Por que não corri atrás antes? Agora é tarde.
O medo de lavar um fora me fez recuar no começo.
Ainda bem que resta o Orkut pra quando eu quiser matar a saudade...
sábado, 24 de outubro de 2009
Amizade

"Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo"
A frase acima é de Antoine de Saint-Exupéry, autor de "O pequeno príncipe".
Eu acabei de fazer um depoimento para um amigo. Eu gosto muito dele. O encontrei na faculdade. Temos interesses acadêmicos comuns. Foi numa calorada, contudo, que a gente se aproximou de verdade. Com o tempo descobri mais afinidades que temos. Nossa amizade foi se consolidando. Eu o amo.
O amor entre amigos é sublime, divino, metafísico.
Durante uma fase na minha vida eu não tinha amigo. Vivia solitário. Meu mundo era reduzido a casa-escola-igreja. Fiquei com meus problemas guardados, trancafiados, escondendo de todo o mundo aquilo que me fazia sofrer, chorar, entrar em desespero quando estava no meu quarto. Neste perído me refugiei na leitura e na religião. Cheguei a pedir a Deus que no outro dia eu não acordasse mais...
Na faculdade pouco a pouco fui me adpatando. No começo era ainda "matuto". Com o tempo o conhecimento me fez me entender melhor. Passei a compreender os conflitos que me dilaceravam. Vi que a religião não me fazia bem do jeito que eu a vivia. Mas, só no quarto ano da faculdade, tive a coragem de romper com a religião que não me sastifazia espiritualmente e que me trancava socialmente.
A partir de então consegui construir laços afetivos fortes, sólidos. Não sou mais sozinho. Sei que existe alguém que posso ligar para desabafar, para chorar, para me alegrar, para sorrir, bagunçar.
Por isso, o meu mundo se tornou menos deserto. Minha sede de amizade foi saciada. E vou fazer de tudo para que isso se perpetue até o fim da minha existência terrena e chegue a eternidade celestial.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Acho que tou me apaixonando!

Se ficar assim me olhando
Me querendo, procurando
Não sei não eu vou me apaixonar
Acho que estou me apaixonando.
Eu não queria.
Fazia era tempo que meu coração estava solitário, que meus pensamentos andavam distantes da paixão.
Sentia falta desse sentimento, mas estava feliz desse jeito.
Mas o "amor" bateu a porta de minha casa novamente!
Deixei ele entrar. Ele está na sala. Não convidei para entrar na minha intimidade ainda.
É cedo para qualquer decisão.
Estou deixando as coisas rolarem naturalmente.
Uma mesagem de texto aqui, um depoimento e tal.
Não quero me machucar. Muito menos machucar quem, acredito, corresponde com esse sentumento. Por isso, minha cautela.
O interessante é que quando a gente tá só não aparece ninguém para nos tirar dessa situação. Contudo, é só aparecer uma esperança de um amor que aparece um monte de gente.
Semana passada, na faculdade, soube que alguém se interessou por mim. Por que não se interessou antes de minha nova paixão começar a nascer?
Eu não tava nem pensando
Mas você foi me pegando
E agora importa onde vá
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