sábado, 22 de novembro de 2008

Vou falar sobre o suicídio

Vou falar sobre o suicídio. Quero falar sobre isso. Dois de meus melhores amigos (talvez os melhores mesmo) tentaram essa prática. Faz tempo. Mas, depois de ter assistido Eclipse de uma paixão, me deu vontade de postar aqui algo a propósito.

Em algum momento da vida todos já pensaram (ou vão pensar) em morrer. Parece a única saída para um problema aparentemente insolúvel. A pessoa olha ao lado e não ver solução alguma. Portanto, tirar a própria vida resolve a situação.

E resolve? A pessoa deixa de existir. O que vem depois da morte não me interessa agora (são tantas verdades a respeito...). Mas, eu penso o seguinte: o cara se mata, alguns choram, outros se lamentam, entrentanto, todos e todas vão viver suas vidas, eu eu perdi a minha... Não. Nunca!

Por maior que seja o problema, a dificuldade, existe sempre uma solução. Muitos se matam por decepções amorosas, por dificuldades em casa, por viver uma vida diferente da maioria (leia-se homossexuais, travestis...), por uma crise financeira e etc. Sobre os três primeiros motivos digo que o suicídio foi uma escolha errada. Sempre existe a possibilidade de encontrar uma outra pessoa por quem podemos nos apaixonar e viver um novo amor; na família é natural os problemas, você pode sair de casa, ou se não for possível, ficar no seu canto e esperar o momento certo para emigrar; se é por não ser aceito, é bom lembrar que muitos homens e mulheres tem o mesmo jeito de viver a sexualidade que a sua, portanto têm pessoas que vão acolher de coração o cara. A pessoa se matar por que outras pessoas nos abandonaram, não nos aceitam, não nos entendem, não vale a pena. Todas elas vão continuar com suas vidas numa boa e o cara é que se ferrou... Problemas financeiros todo mundo passa; é só se esforçar um pouco que é possível atravessar numa boa essa maré ruim...

Tô um pouco confuso com as palavras. O quero dizer é o seguinte: a vida tem múltiplas possibilidades, existem vários caminhos, vários meios pra se livrar de alguma situação ruim, seja ela qual for, do que o suicídio. Todo mundo passa por situações desesperadoras. Mas tudo na vida passa. O bom dela é isso: o amanhã só chega após a noite.

A morte só é bem vinda quando a gente já tiver cumprido a nossa missão na terra. Acredito nisso. Encontrando nossa função na vida nos fará passar por qualquer vale, deserto, furacão e ter a certeza que depois de tudo isso vamos encontrar a felicidade.

domingo, 16 de novembro de 2008

Fim de semana no Bessa

Meu fim de semana foi maravilhoso.
Fui pro Bessa, João Pessoa. Antes de chegar lá, ainda no terminal rodoviário, senti um novo ar, uma atmosfera diferente da que estou acostumado em minhas cidades (Guarabira e Alagoinha). Está em Jampa me faz ser o que sou, me traz uma sensação grande de liberdade.
Fui com uma turma. Liderados por Vera e seu esposo Ramo, chegamos sexta-feira de tardizinha. Saí hoje de uma hora; tenho seminário da facul amanhã... Mas a galera só vem amanhã pra cá.
Bebemos. Brincamos. Sorrimos. Tomamos banho de mar. Curti um pouco da noite de Jampa; é ótima, pense! (pretendo curtir outras vezes, hehehe).
Ah!, foram três dias de felicidade. Não tive um tico de vontade de voltar pra Alagoinha. Gosto muito de minha cidade, sabe?, mas cidade do interior e ainda por cima muito pequena (13 mil habitantes) é... deixa pra lá. Guarabira, a cidade onde trabalho e estudo, é maior (mais de 56 mil habitantes), mas não tem opção pra o cara se divertir a vontade.
Ver o mar à noite me inebria. Ele me faz senti arrepios pelo corpo. A sensação de mistério, de magia, de encanto que a lua cheia têm aumenta quando se está em frente do mar. Mar, a(mar). Adorooo!
Quero voltar mais vezes; Vera já me garantiu que vamos voltar. Depois coloco algumas fotos aqui, agora to baixando o CD Dois Quarto de Ana Carolina.
Amanhã volto à rotina de sempre.
Mas sempre que puder fugir não pensarei duas vezes...

domingo, 9 de novembro de 2008

Novamente: a vida

A vida tem momentos bons. Isso é inegável. Existem pessoas, contudo, que pensam ser a vida nada mais do que sofrimento, pena. São homens e mulheres que perderam o que é fundamental na vida: a alegria do viver, os sonhos, a utopia.
Não posso, em absoluto, negar que a existência tenha momentos difíceis. Tem e muitos. Mas são, como diz a própria palavra, momentos. Tudo passa, tudo passará.
Eu sempre digo que a vida é agridoce. O doce e o amargo misturam-se dando um sabor diferente a vida.
Por que estou voltando a esse assunto? Porque, nestes últimos dias, graças a Deus, tenho experimentado a alegria da vida: o prazer da amizade, da diversão, da leitura, de está com quem gosto. É claro que as coisas não estão como quero, desejo e luto para ficar. Mas tenho aproveitado o máximo o que tenho recebido de Deus, da vida, do universo. Tenho tido uns pros no trabalho, mas isso faz parte.
Ontem ouvi uma música que gostei bastante. La Vida Es Un Carnaval, de Capim Cubano. É claro que a vida não é somente um carnaval. Mas, podemos, tirar proveito dos instantes mais complicados da vida, revertendo a nosso favor. É um desafio. Mas a vida é forjada dele.

La Vida Es Un Carnaval

Todo aquel que piensa que la vida es desigual
Tiene que saber que nos es asi
Que la vida es una hemorsura
Hay que vivirla

Todo aquel que piense
Que esto nunca va a cambiar
Tiene que saber que no es así
Que en la vida no hay nadie solo
Y siempre hy alguem, ay

No hay que llorar
Que la vida es un carnaval
Yes mas bello vivir cantando
Oh oh oh ay no hay que llorar
Que la vida es un carnaval
Y las penas se van cantando

Todo aquel que piense que la vida siempre es cruel
Tiene que saber que no es asi
Que tan solo hay momentos malos
Y todo pasa
Todo aquel que piense que
esto nunca va a cambiar
Tiene que saber que no es asi
que a mal tiempo buena cara
Y todo pasa

No hay que llorar
Que la vida es un carnaval
Yes mas bello vivir cantando
Oh oh oh ay no hay que llorar
Que la vida es un carnaval
Y las penas se van cantando

Não temos que viver chorando. O choro pode chegar numa noite. Mas, como disse o salmista, a alegria virá no amanhecer.
É mais belo viver cantando.

sábado, 8 de novembro de 2008

A vitória de Obama

Barack Obama. É esse o cara que vai se tornar o homem mais poderoso do mundo dentre de dois meses. Vai se tornar o 44º presidente dos Estados Unidos da América. Um homem que representa a esperança de dias melhores para o mundo. Um homem que com seus discursos deixou milhões de pessoas no mundo inteiro emocianadas. Ele reavivou o sonho de quem acredita que é possível, senão acabar, diminuir as desigualdades sociais, raciais, as diferenças religiosas, culturais, em busca de convivência pacífica com o outro.

Não quero falar sobre sua biografia. Os sites estão cheios de informações a respeito.

Nesta semana, na faculdade, tivemos um debate sobre as eleições dos EUA. Foi na terça-feira, o mesmo dia que em que Obama foi eleito.

Todos na classe expressavam suas opiniões sobre ele. Eu falei sobre o porquê acredito nele. Desde a ano passado que ele atraiu minha admiração. Porque sonho, porque acredito que as pessoas, independente de sua cor, são capazes de transformar o mundo. Porque sua eleição representa uma correção histórica a o que os EUA fizeram contra os negros e negras, aos imigrantes, aos outros povos. Ele tem uma raiz genética na África, nossa mãe. Respeita a todas as religiões. Respeita e defende os direitos daqueles e daquelas que tem uma orientação sexual diferente da maioria. Seus discursos me enchem de esperança. Não é a toa que os cristãos fundamentalistas o taxam de ser anti-cristo. Não mais tolo. Só porque ele valoriza a diversidade, a pluralidade, a multiculturalidade.

Acredito que a relação dos EUA com a América Latina vai mudar. Lula torcia por ele. O mundo torcia por ele.

Posso depois me enganar. Todos podem. Mas não custa nada sonhar. São os sonhos que nos movem, afinal de contas. Ele vai quebrar os EUA, dizem alguns. Ele vai ser pior do que Bush, afirmam outros. Não creio nisso. O outro candidato todos sabiam como iria ser: daria continuidade a política de Bush, uma política de guerras, opressão, ódio. Obama é quem pode mudar alguma coisa nesse cenário mundial. Hillary Clinton, não ia mudar nada. A única coisa diferente seria porque uma mulher se tornaria a primeira presidente dos EUA. Obama não. Além de ser o primeiro negro a presidir os EUA, é jovem, representa milhões de homens e mulheres no mundo inteiro que desejam um futuro melhor.

Confio nele.

Sobre Urubus e Beija-flores - uma crônica de Rubem Alves

Recebi essa crônica de um amigo. É ótima. Rubem Alves, é um dos escritores que quando a gente ler sente paz e harmonia nos seus textos.

Sobre Urubus e beija-flores*

Eu estava terminando a leitura de um artigo científico. De vez em quando é bom ler ciência. A gente fica mais sabido. Tudo explicadinho. No final das contas, tudo se deve a esse gigantesco infinitamente pequeno disquete que existe dentro das células do corpo chamado DNA. Nele está gravado o nosso destino. Antes de existir, eu já estava “programado” inteiro: a cor dos meus olhos, as linhas do meu rosto, a minha altura, os cabelos brancos precoces, o seu adeus que nada consegue evitar, o sexo. Dizem alguns que lá está até um relógio que marca quantos anos eu vou viver. E é implacável: o que a natureza põe, não há homem que disponha.

Programa mais complicado que o DNA não existe. Tudo tem de acontecer direitinho, na ordem certa. E quase sempre acontece. Quase sempre... Vez por outra uma coisinha não acontece segundo o programado. E o resultado é uma coisa diferente. Assim aparecem os daltônicos, que não vêem as cores do jeito como a maioria vê. Ou o canhoto, que tem de tocar violão ao contrário. De vez em quando, uma criança com síndrome de Down. E quem não me garante que Mozart não foi também um equívoco do DNA? Pelo que sei, a receita não se repetiu até hoje...

O artigo prosseguia para mostrar que é assim que, vez por outra, aparecem pessoas com uma sensibilidade sexual diferente: os homossexuais. Tudo aconteceu lá no DNA: um relezinho que funcionou de maneira não programada. Primeiro, caiu o relê que determina o sexo, se vai ser homem ou mulher. Depois, o relê que determina os caracteres secundários, que fazem a “imagem” do homem e da mulher. Por fim, o relê que determina o objeto que vai disparar as reações químicas e hidráulicas necessárias para o ato sexual. Esse objeto é uma imagem. Nos heterossexuais, é a imagem de uma mulher. Nas mulheres heterossexuais, é a imagem de um homem que faz o seu corpo estremecer.

Acontece, entretanto, que por vezes esse último relê não funciona e a pessoa fica ligada à imagem do seu próprio sexo. A imagem que vai como­ver seu corpo é uma imagem semelhante à sua. E isso que é ser homossexual. O homossexualismo é uma condição estética.

Tudo por obra do DNA. Nada tem a ver com educação, com a mãe ou com o pai. Ninguém é culpado, pois culpa só pode existir quando existe uma escolha. Mas ninguém escolheu. Foi o DNA que fez. E nem pode ser pecado. Pois pecado só existe onde existe culpa. E nem pode ser curado, pois o que a natureza fez não pode ser desfeito.

E foi nesse momento eu estava meditando sobre essas coisas que fogem à compreensão dos homens, como a origem do DNA, o processo pelo qual ele foi estabelecido, se por acidente, se por tentativa e erro, se por obra de algum programador invisível — que uma coisa estranha aconteceu: um barulho como eu nunca ouvira, no meu jardim. Tirei os olhos do artigo, olhei através do vidro da janela e o que vi — inacreditável — um urubu, sim um urubu, batendo furiosamente as asas como s fosse um beija-flor, diante de uma flor de alamanda sugando o melzinho. Achei que estava tendo alucinação, mas não. Era verdade. O urubu, ao ver meu espanto, pousou no galho de uma árvore de sândalo e começou a se explicar, do jeito mesmo que acontecia.

Sofro muito. Nasci diferente. Urubu, todo mundo sabe, gosta de carniça. Basta que se anuncie carcaça de algum cavalo morto, os olhos dos urubu ficam brilhando, a saliva escorre pelos cantos do bicos, a língua fica de fora — e lá vão eles churrasquear. Urubu acha carniça coisa fina, manjar divino! Eles não a trocariam por uma flor de alamanda por nada nesse mundo!

Mas eu nasci diferente. Meus pais, coitado morreram de vergonha quando ficaram sabendo que eu, às escondidas, sugava o mel das flores. Compreensível. O sonho de todo pai é ter um filho normal, isto é, igual a todos. Urubu normal gosta de carniça. Eu não gostava. Era anormal. Fiquei sendo objeto de zombaria. Na escola, logo descobriram minhas preferências alimentares. E impossível esconder. Se todo o mundo está comendo carniça e você não come, que explicação você pode dar?

Aí meus pais começaram a sofrer, pensando que eu era assim por causa de alguma coisa errada que tinham feito na minha educação.

Me mandaram para o padre. Severo, ele abriu um livro sagrado e disse que Deus, o Grande Urubu, estabelecera que carniça é o manjar divino. Urubu, por natureza e por vontade divina, tem de comer carniça. Chupar mel é contra a natureza. Urubu que chupa mel de flor está em pecado mortal. Ter­minou dizendo que eu iria para o inferno se não mudasse meus hábitos alimentares. E me deu, como penitência, participar de cinco churrascos.

Saí de lá me sentindo o mais miserável dos pecadores. Mas o medo não foi capaz de mudar o meu amor pelas flores. Não cumpri a penitência. Meus pais me mandaram, então, para um psicanalista que cobrava R$120,00 por sessão. Todos os sacrifícios são válidos para fazer o filho ficar normal. A análise durou vários anos. Ao final, fui informado que eu gostava de mel porque odiava meu pai, a quem eu queria matar, para ficar sozinho com a minha mãe. Aí, além de pecador, passei a sofrer a maldição de Édipo. Continuei a gostar do mel da flores. Por isso estou aqui, no seu jardim”.

Houve um momento de silêncio e eu vi o que nunca havia visto: um urubu chorando. Notei que sua lágrimas não eram diferentes das minhas. Aí ele continuou:

Gosto das flores. Não quero gostar de carniça. Não quero ficar igual aos outros. Só tenho um desejo: gostaria de não ter vergonha, gostaria que não zombassem de mim, chamando-me de ‘beija flor’, eu não sou beija-flor. Sou um urubu. Eu gostaria de ter amigos...

O que me dói não é a minha preferência alimentar, pois não fui eu quem me fiz assim. O que me dói é minha solidão. Gosto de flores por culpa do DNA. Mas a minha solidão é por culpa dos outros urubus, que poderiam ser meus amigos”. Ditas essas palavras, ele se despediu e voou par uma alamanda do jardim vizinho.

E eu fiquei a pensar que o mundo seria mais feliz se todos pudessem se alimentar do que gostam, sem ter de se esconder ou se explicar. Afinal ninguém é culpado por aquilo que a natureza faz ou deixou de fazer.



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* Esta crônica faz parte do Coisas que dão Alegria, Rubem Alves, Editora Paulus, que compõe a coleção de crônicas "Coisas da Vida" em 03 volumes.
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domingo, 2 de novembro de 2008

A confiança entre amigos

Ontem eu e dois amigos, Felipe e Caio (nomes fictícios, porque não seria ético de minha parte postar os nomes reais), estávamos na praça da matriz conversando sobre amor, sexo, namoros, ficadas. Depois fomos pra porta principal da Igreja conversar, já era mais de 23 horas.
Confissões de minha parte. Confissões da parte de Felipe. E nada de confissões de Caio. Tentamos de todo jeito arrancar algo dele, mas sem sucesso, só pouca coisa.
Depois de um certo tempo ele nos disse o porquê de seu silêncio. Não confiava em nós. Tomei até um choque. Felipe também ficou um pouco assustado. Nós tínhamos aberto nossas vidas perante ele, e ele ainda não confiava em nós? Ele tem até vontade de contar sobre sua vida, mas ainda não conquistamos sua confiança para tanto.

Hoje se não tivesse lendo "Neve" de Orhan Pamuk, Nobel da literatura em 2006, esse acontecimento de ontem não seria registrado aqui. Numa parte do romance, o personagem principal, Ka, foi chamado por um garoto que ele não conhecia, para ir a um lugar que ele também não conhecia, falar com alguem que ele nem imaginava quem fosse. Ele lógico estava bem desconfiado em ir. Mas depois de um tempo, o garoto disse "Se você não é capaz de confiar nas pessoas, nunca vai conseguir chegar a lugar nenhum na vida" p84. Quando li essa frase que Necip disse a Ka, veio imediatamente a minha mente a conversa de ontem.

Procurei muito um caderno que tenho de anotações. Queria confirmar uma frase que escutei de Miguel Reale Jr., no Café Filosófico, sobre a amizade. Ele citou Cícero. "Amizade é antes de tudo confiança". Anotei essa frase e já, em depoimentos no Orkut, escrevi para meus amigos.

A verdade é que numa relação de amizade, a confiança é algo indispensável. Acredito que seja a base sobre a qual a amizade é construída. Afinal, ter um amigo é ter alguém pra gente desabafar, conpartilhar nossos segredos, nossas angústias, falar aquilo que a gente não quer contar pra nossa família, e ter a certeza que ele não vai sair por ai divulgando o que nos atormenta.


"A amizade sem confiança é uma flor sem perfume",achei num site. Adoro flores. Não só pela sua beleza. O perfume que elas exalam me encanta. Agora uma flor sem olor... A gente até acha ela bonita, mas quando a gente se aproximar e ver que ela não tem perfume, a beleza se esvai. Assim é na amizade.

Acho que o erro está me mim e em Felipe. Nós não conseguimos, afinal de contas, passar a imagem de pessoas confiáveis. Mas como ela é uma conquista, acredito que vou conseguir ter a confiança de Caio para que nossa amizade seja verdadeira e honesta.

sábado, 1 de novembro de 2008

Agora no msn

Estou no PC. Tentei falar com duas pessoas pelo msn, mas ou elas estão ocupadas, ou não querem falar comigo. As outras que estão on line não me interessa neste instante.
Ontem baixei um monte de músicas num site, algumas delas me deixa pensativo. Agora consigo falar com uma das duas pessoas que eu queria falar. Nooossa, fazia tempo que eu desejava teclar com ela. Finalmente. Quem acredita sempre alcança, diz a música.
.............
Alguns minutos depois...
Acabamos a conversa. Me sinto melhor. Sinto paz. Sabe a sensação de quem leva um fardo e depois de muito tempo descarrega? Pronto é assim que me sinto. Um fardo saiu de mim.
Sobre isso eu falei um dias desses aqui. De Pernambuco foi o título.
Estou muito feliz.
Ganhei o dia.

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