domingo, 6 de dezembro de 2009

o Amor (de novoooo)



Hoje estou naqueles dias...
A tarde de domingo está tão deprê.
Pra começar eu dormir a tarde quase toda. Eu tava com um sono danado. Quinta-feira teve festa em comemoração aos 56 anos de emancipação política de minha cidade. Só cheguei em casa às 4:00 h da manhã da sexta-feira. Então, depois do almoço, fui durmir. Só acordei agora às 16:00 h.
Tava fazendo um sol. Decidi ir caminhar. Fui tomar banho. Quando sai do banheiro o tempo já tinha mudado. Minha única solução foi navegar na net, que também tá paradona.
Entro no Orkut, no Msn, no Twitter, em vários sites. Nada me agrada.
Coloquei as músicas de Cazuza. Ah, Cazuza, se não fosse você minha tarde teria sido uma droga, sem sentido.
Mas as músicas que me agradam são as que falam de amor. Ningém merece. Eu estou sozinho há um bom tempo. Não me lembro nem como é ter alguém, sem ser simplesmente amigo, pra dizer "Eu te amo!" ou "Eu tava com saudades de você!" ou "Penso em você o dia todo, o tempo todo".
Semana passada eu tava ouvindo "Firmamento" de Cidade Negra. Ah, que música linda! Eu tava com alguém na cabeça, mas por não sentir esperança da parte de lá, tou, pouco a pouco, abandonando o sentimento.
"Adoro um amor inventado", você canta Cazuza. Digo que você canta porque você não morreu. Você continua a viver através de sua canções no corações de milhões de pessoas que te admira, que te adora, que são teus fãs!
Preciso inventar um amor.
Preciso deixar de falar no amor e vivê-lo. Mas como? Com quem?
Tou lendo um livro espírita. Não que eu acredite nesta história de reencarnação. Mas algumas idéias são interessantes. A autoria diz que problemas que enfrentamos no presente estão ligados à vidas passadas, às escolhas que fizemos em outras encarnações.
Sobre a dificuldade em relacionamentos, a autora diz que a pessoa pode ter sido monge. Tou começando a ver uma ponta de verdade nisso tudo. Eu tenho uma inclinação religiosa muito forte. Quando rompi com o protestantismo, eu pensei que ia ficar profano. Mas o que aconteceu? Fui pro catolicismo!
A autora diz que tenho que me libertar disso pra poder viver um relacionamento de fato.
Não sei, Cazuza, se você levava a sério essas idéias dos espíritas. Acho que não. Mas, pra inventar um amor, acho que terei que fazer o que os espíritas dizem.
Eu só queria a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida, como você canta em "Todo amor que houver nessa vida".
Mas o "Tempo não pára" e tenho que seguir em frente.
Preciso, como alguém me disse, parar de teorizar muito o amor, o sexo, e passar a praticar e viver tudo isso. É isso que tenho e que vou fazer.
Ainda bem que 2010 tá chegando...

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