quinta-feira, 11 de março de 2010

Não digo coisa com coisa

São 14:52.
Já tentei escrever três vezes neste blog. Mas as idéias não estão em acordo.
Comecei a falar de amor. Deu errado.
Tentei falar sobre a vida. Deu errado.
Já teve dias que eu começava a escrever algo e em alguns segundos eu tinha um texto pronto, acabado e poético, até, rsrsrs.
Mas, hoje, devido ao clima quente, a tarde lerda, o ambiente sem graça, as conversas ao meu redor, as palavras fogem da minha mente.
Por isso, vou escrever o que vier a minha mente agora. Mas só vem coisas sobre a falta de idéia para escrever uma postagem aqui.
Do meu lado minha compaheira diz que foi numa loja da minha cidade e encontrou uma calça por R$ 200,00. Nooossa! É cara pra caramba! Nunca comprei uma calça com esse valor. Acho um exagero alguém que ganha um salário mínimo comprar uma calça desse valor.
O pior é que a Campanha da Fraternidade desse ano lasca o pau no consumismo exarcebado que é uma característica típica da sociedade hodierna. 
Pronto!, achei uma tema pra falar nessa postagem: a Campanha da Fraternidade Ecumênica. Contudo, não vai ficar legal eu começar a falar sobre a CFE 2010 no meio de um texto, né? Mas eu disse que vou falar sobre o que vier a minha cabeça e no momento tou pensando na Campanha da Fraternidade!
Aqui na minha paróquia quase ou nada tem sido falado sobre a CFE. Nem o hino oficial, até que é bonitinho, falo bonitinho no sentido carinhoso e não no sentido que o povo diz que  siginifica feio três vezes. 
Aliás, o povo fala cada coisa. 
Um dia desses, mais precisamente domingo, durante uma reunião de planejamento da Catequese da minha paróquia, enquanto a gente falava sobre a CFE, de repente surgiu uma discussão sobre ser pobre e tal. O povo tem um dizer que diz que pobre é o diabo ou dxabo, que são ricos pela graça de Deus e tal. Foi quando um camarada disse que era pobre e nem por isso era o demônio. Disse mais que se pobre fosse o demônio Jesus não tinha falado aos pobres, o evangelho não seria boa-nova aos pobres. Isso veio como uma iluminação na minha mente. Da próxima vez que um pobre dizer que pobre é diabo/dxabo, vou perguntar a quem foi que Jesus disse que o evangelho seria boa-nova, se aos diabo/dxabo ou aos pobres.
Oxe, fugi do que eu tava falando. Era sobre a música da CFE. Como eu dizia é bem bonitinha. Não decorei ainda. Nem vou colocar aqui nesta postagem. Até porque o tema desta postagem não é sobre a CFE, mas sobre o que vier na minha cabeça.
Já perdi o meado do texto.
Do meu lado minha companheira fala sobre compras novamente. Diz que algumas lojas caíram.
Ah, vou mudar de assunto. Já que falei acima da Catequese, tou conversando com uma amiga que conheci durante uma reunião diocesana da Catequese. Gosto tanto dela. Falo da minha amiga, mas gosto muito da Catequese também. A propósito,  a Catequese foi essencial para as mudanças que ocorreram na minha vida nos últimos tempos. Até minha vida afetiva foi afetada pelas pessoas que conheci durante os encontros da Catequese... O que vivo hoje está diretamente ligado ao encontro de Catequistas que houve no ano passado em Sante Fé...
Do meu lado minha companheira de trabalho fala sobre a mulher do segurança da prefeita.
Vou encerrar essa postagem tomando um copo com água.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

"Não vá embora" [Uma canção que diz tudo]

Sabe o que é experimentar um pouco do paraíso?
Quando a gente ama, a gente sente, sente mesmo, como deverá ser a eternidade para os acreditam na vida eterna que o Cristianismo prega.
Uma sensação tão boa, tão agradável, tão espiritual...
Amar é está perto de Deus, uma vez que Ele é Amor.
Um conhecido certa vez me disse que quando ele está amando completamente [entenda-se tudo que pode acontecer quando duas pessoas se amam de verdade] ele experimenta um pouco do que os deuses experimentam. O amor é, portanto, ambrosia.
Vários poetas, filósofos, escritores, teólogos e, mais recentemente, cientistas tentam explicar esse sentimento que arde sem se ver. Mas nunca conseguiram uma explicação satisfatória para o que ocorre quando dois seres humanos se amam, sejam iguais [homo] ou diferentes [hetero]. O amor não se explica. O amor se experimenta, se vive!
Tem uma música que reflete um pouco o que tenho vivenciado ultimamente. Eu já tinha sofrido pra caramba por amar e não ser amado. Já estava convecido não ter nascido para amar outra pessoa. Mas, quando tudo parecia perdido, sem esperança, o amor veio e destronou minha verdade absoluta a respeito. "Não vá embora" de Marisa Monte é a canção que elegi para essa nova fase de minha vida:


E no meio de tanta gente eu encontrei você
Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida

Eu podia ficar feio só perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito
Mais esperto
E podia estar tudo agora dando errado pra mim
Mas com você dá certo

(Refrão):

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais

Eu podia estar sofrendo caído por aí
Mas com você eu fico muito mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero, não quero

(Refrão):

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O melhor dia

A vida é uma caixa de surpresas.

Eu não estava esperando nada.

Minhas esperanças já não mais existiam
.
Eu tentava de todas as maneiras esquecer o sentimento que nutria por muito tempo.

Parecia – e era, a meu ver – impossível um dia chegar junto e realizar os desejos que me fizeram, por várias noites, ficar insone, pensando, desejando, querendo e ansiando um dia está ao seu lado.

Foi um encontro inesperado. Digo inesperado mesmo, apesar de estarmos no mesmo ambiente, eu não acreditava na possibilidade de beijar aqueles lábios macios, de acariciar aquele rosto belo e angelical, de abraçar aquele corpo sensacional.

Começamos a conversar. De repente. Sem eu esperar. Eu desejava, claro, contudo faltava a fé de que isso viesse ocorrer.

A conversa ficou mais íntima.

Os corpos foram se aproximando. Minto. Não foram os corpos que se aproximaram, mas o meu que queria está perto daquele outro corpo.

Foi então que algo inesperado aconteceu. Os olhares se compreenderam sem palavras. Os lábios obedeceram ao que o coração de ambos queriam.

Êxtase! Não existe outra palavra para melhor descrever aquele momento único, inédito e singular.

Me emocionei!

Depois de tantos sonhos, o dia, finalmente, tinha chegado.

Nossa! Foi um dos dias mais felizes de minha vida de quase vinte e três anos. Em se falando da área afetiva foi, indubitavelmente, o melhor dia da minha existência.

Custei a acreditar.

Tudo parecia surreal.

Parecia que eu estava em um sono profundo e que meu inconsciente trouxera todos os desejos reprimidos e nunca confessados, até aquele dia, através dos sonhos.

Mais irreal ainda foi quando ouvi daquela boca deliciosa que da mesma forma que eu desejava eu era desejado. Fiquei estupefato! Realmente era um sonho o que eu experimentava naquele instante mágico e sublime. 

Entretanto, tivemos outras “conversas”. Quando acordei de fato, em outro momento, meu celular confirmava, por meio de uma mensagem de texto, que eu não tinha sonhado, mas vivido e realizado o sonho tantas vezes alimentado.
 
Não tenho mais o que dizer.

Prefiro resumir meus dias, até hoje, como uma pequena frase: NUNCA ESTIVE TÃO FELIZ EM TODA A MINHA EXISTÊNCIA!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Discurso na formatura (13/12/09)

Já deveria ter postado, mas nunca é tarde (risos).

Depois de cinco anos de curso, chegar a sua conclusão e falar algumas palavras é muito limitante. As experiências, a camaradagem, as discussões em sala da aula, as conversas de corredor, as ansiedades para apresentar um seminário, as amizades construídas, tudo isso merece ser ressaltado, uma vez que, nenhum que está presente neste baile, nesta noite de domingo, pode, acredito, dizer que não influenciou e foi influenciado por esses e outros movimentos ocorridos na turma 2005.1 – Noite, a Turma da Caverna!

Por isso, prefiro resumir minha caminhada no curso de História com as duas músicas que me deixaram numa dúvida cruel sexta-feira à noite, a propósito deste baile.

Desde o começo, quando me pediram que escolhesse uma música, pensei em Metamorfose Ambulante de Raul Seixas. A sua letra representa o processo que vivenciei durante os cinco anos no Campus III. Cheguei com idéias formadas, cristalizadas, com sonhos e desejos concretos que, até então, pensava ser incólumes a qualquer influência externa. Eu estava seguro. Minha identidade estava formada. Nada deveria ser alterado, apenas somado.

Mas, a curiosidade me incitou a procurar respostas com professores, professoras, livros, amigos e amigas, e pouco a pouco, fui revendo e repensando meus conceitos e preconceitos. E vi que a vida é muito mais ampla, plural, as possibilidades de vivenciar tudo o que ela oferece são tantas e múltiplas, que eu não poderia continuar do que jeito que entrei em fevereiro de 2005. Mudei. Metamorfoseei. Aquela velha opinião formada sobre tudo se transmudou em, somente, interpretações que podem, devido a uma série de fatores e influências, deixarem de existir.

Essa era a música para esse baile. Quita-feira à noite, contudo, eu conversava pelo Twitter e MSN, com uma amiga virtual de Sampa sobre músicas. Foi quando ela me falou de “Tempos Modernos” que eu já conhecia, mas nunca tinha prestado atenção bem a letra. Fiz o download na sexta à tarde, eu comecei a ouvir e não consegui mais parar. Ela sintetiza o que hoje me move e me enche de esperança no mundo.

É essa vida mais clara, repleta de toda satisfação que se tem direito do firmamento ao chão, é a realização do amor numa boa, pra qualquer pessoa independente de seus desejos, é o novo começo de era, com gente elegante e sincera com habilidade para dizer mais sim do que não, que pretendo na minha futura prática docente, ou na política, ou nos movimentos sociais ou, até mesmo, na religião, nunca se sabe o futuro, ajudar a construir e que me fará lutar por ele, que me fará viver tudo que há pra viver e me permitir a outras possibilidades que, nesta trajetória que se inicia, surgir no meio do caminho.

Obrigado!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Passei no vestibular

Passei a manhã todinha de segunda na frente do PC.
Tava numa ansiedade da gota serena.
A espera para a divulgação do resultado do vestibular 2010 da UEPB me tirava a paz.
Eu entrava no site direto e nada. Na comunidade do Orkut e nada. Tava tudo congestionado.
Me deram o link do Colégio Motiva. Passava os nomes com um nervosismo danado. Mas quando vi meu nome: Joel Martins Cavalcante, vibrei de alegria.
Obtive 729,70 de média. Fiquie em 8º lugar.
Espero que tudo ocorra bem!
Alguns amigos meus também passaram. Isso me fez mais feliz ainda!

domingo, 3 de janeiro de 2010

UEPB divulga lista de aprovados no Vestibular 2010 amanhã

Foi o segundo vestibular que fiz.
Fiquei numa dúvida cruel se fazia para Direito ou para Letras. Adoro literatura. Com os conhecimentos e a experiência do curso de História, eu tinha a certeza que seria muito legal trabalhar com os livros.
Mas, depois de muito pensar, decidi optar pelo Direito. Posso trabalhar com a Literatura sem precisa fazer uma graduação do tipo. Fiz o vestibular pra Direito porque, se eu meu meter na política, vai me ajudar e muito! Além do mais, em mim, tenho aquele sonho de tentar mudar o mundo, tornar as coisas menos injustiças e tal.
Fiz uma boa pontuação. Tou confiante.
Espero que tudo ocorrar como imagino.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Adeus 2009

Último dia de 2009.
O que dizer?
Não quero fazer uma retrospectiva de minha vida durante o ano que se vai. Contudo, posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que este foi o ano mais importante de minha vida nestes 22 anos de existência terrena.
Não só o mais importante como também o mais feliz.
Tenho muito que agradecer a Deus por todas as amizades construídas e consolidadas, pela conquista profissional com o término do curso de História, pelo meu trabalho, pelo envolvimento na Igreja que, em grande parte, foi à responsável pelas coisas boas que me aconteceram.
Durante este ano aprendi a viver minha fé em Deus sem ser necessário viver asceticamente no mundo.
Os amigos e amigas que fiz, quero levá-los por toda a minha vida. Como me fizeram feliz!
Não tenho muito que dizer. Mas tenho muito que agradecer!
Obrigado a Deus!
Obrigado a minha família!
Obrigado aos meus amigos virtuais!
Obrigado aos meus amigos reais!
Obrigado a Igreja Católica!
Obrigado ao universo que tem sido gentil comigo.
Só consegui namorar ninguém, mas isso é de somenos...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Freud não, Marisa sim

Cão que ladre não morde, diz a sabedoria popular. E isso é verdade. Quem mais fala, quem mais esperneia, no fim brocha. Não sei o motivo que me faz falar tanto dessa coisa chamada amor. Só sei que não consigo deixar de falar. É no Orkut, no Twitter, no MSN, são as minhas músicas preferidas, são os filmes diletos, tudo gira em torno desse sentimento tão doce quanto amargo.
Nos últimos dias, sobretudo agora em dezembro, talvez seja devido o Natal, o amor voltou com força em meus pensamentos, em minhas divagações.
Freud, o pai da Psicanálise, que me ajudou tanto no passado em minhas inquietações e dúvidas, já não consegue explicar como estou como me sinto. Os desejos reprimidos do inconsciente, que ele tanto fala, já liberei, se não realizo as loucuras é porque não vejo, ao meu redor, alguém que seja ideal para isso. O superego já não me domina tanto. O ID tento controlar, senão foge do controle.
Mas tudo isso já está superado em mim. Não procuro mais na ciência algo que possa me explicar. Estou, ultimamente, mais ligado à música. Ah, como a música tem sido companheira leal em minhas horas de solidão, nos meus momentos de desengano, nos instantes de decepção! Tenho, por isso, me socorrido nesta arte tão divina e profana.
Na minha pasta de CD do computador estão muitas músicas de cantores e cantores com estilos variados. Sempre encontro uma canção para cada situação que vivencio.
Nesta fase, uma música interpretada por Marisa Monte fala por mim. Algumas pessoas, em conversa ao vivo ou pena net, quando me perguntam como estou, eu coloco trechos da letra.
O nome é “Ando meio desligado” de Rita Lee.

Ando
Meio desligado
Eu nem sinto
Meus pés no chão
Olho
E não vejo nada
Eu só penso
Se você me quer
Eu nem vejo a hora
De te dizer
Aquilo tudo
Que eu decorei
E depois do beijo
Que eu já sonhei
Você vai sentir mas
Por favor
Não leve à mal
Eu só quero que você me queira
Não leve à mal

Não preciso comentar mais nada. A letra fala por mim. É essa espera que angustia tanto e que me faz andar pelo mundo da lua.

domingo, 6 de dezembro de 2009

o Amor (de novoooo)



Hoje estou naqueles dias...
A tarde de domingo está tão deprê.
Pra começar eu dormir a tarde quase toda. Eu tava com um sono danado. Quinta-feira teve festa em comemoração aos 56 anos de emancipação política de minha cidade. Só cheguei em casa às 4:00 h da manhã da sexta-feira. Então, depois do almoço, fui durmir. Só acordei agora às 16:00 h.
Tava fazendo um sol. Decidi ir caminhar. Fui tomar banho. Quando sai do banheiro o tempo já tinha mudado. Minha única solução foi navegar na net, que também tá paradona.
Entro no Orkut, no Msn, no Twitter, em vários sites. Nada me agrada.
Coloquei as músicas de Cazuza. Ah, Cazuza, se não fosse você minha tarde teria sido uma droga, sem sentido.
Mas as músicas que me agradam são as que falam de amor. Ningém merece. Eu estou sozinho há um bom tempo. Não me lembro nem como é ter alguém, sem ser simplesmente amigo, pra dizer "Eu te amo!" ou "Eu tava com saudades de você!" ou "Penso em você o dia todo, o tempo todo".
Semana passada eu tava ouvindo "Firmamento" de Cidade Negra. Ah, que música linda! Eu tava com alguém na cabeça, mas por não sentir esperança da parte de lá, tou, pouco a pouco, abandonando o sentimento.
"Adoro um amor inventado", você canta Cazuza. Digo que você canta porque você não morreu. Você continua a viver através de sua canções no corações de milhões de pessoas que te admira, que te adora, que são teus fãs!
Preciso inventar um amor.
Preciso deixar de falar no amor e vivê-lo. Mas como? Com quem?
Tou lendo um livro espírita. Não que eu acredite nesta história de reencarnação. Mas algumas idéias são interessantes. A autoria diz que problemas que enfrentamos no presente estão ligados à vidas passadas, às escolhas que fizemos em outras encarnações.
Sobre a dificuldade em relacionamentos, a autora diz que a pessoa pode ter sido monge. Tou começando a ver uma ponta de verdade nisso tudo. Eu tenho uma inclinação religiosa muito forte. Quando rompi com o protestantismo, eu pensei que ia ficar profano. Mas o que aconteceu? Fui pro catolicismo!
A autora diz que tenho que me libertar disso pra poder viver um relacionamento de fato.
Não sei, Cazuza, se você levava a sério essas idéias dos espíritas. Acho que não. Mas, pra inventar um amor, acho que terei que fazer o que os espíritas dizem.
Eu só queria a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida, como você canta em "Todo amor que houver nessa vida".
Mas o "Tempo não pára" e tenho que seguir em frente.
Preciso, como alguém me disse, parar de teorizar muito o amor, o sexo, e passar a praticar e viver tudo isso. É isso que tenho e que vou fazer.
Ainda bem que 2010 tá chegando...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Quando irei realizar os desejos mais loucos que pulsam em mim?
Quero encontrar alguém pra fugir comigo... fazer loucuras... realizar os sonhos mais prazerosos possíveis.
Já busquei nas Igrejas evangélicas que fiz parte, agora na Igreja católica, na faculdade, na escola que trabalho, no Orkut, na sala de bate papo do UOL, no MSN e, mais recentemente, no Twitter...
Será que nasci pra ficar sozinho?
Aff, que sina, hein?
Já pensei em ser padre, mas, acredito que o celibato seria um problema pra mim, apesar de só ter feito sexo com gosto e prazer somente três vezes na vida: com 15 anos, ano passado com 21 e em fevereiro desse ano...
Quando vejo alguém interessante que faz o meu tipo, não me quer... aliás, nem sei se não me quer mesmo, na verdade eu nem coragem tenho de chegar junto, falar meu interesse, tenho medo de levar um fora.
Como é difícil ser alguém como eu...
Ah, Deus, tens, por favor, misericórdia de mim!

Você poderá gostar também

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...