quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Outra(s) noite(s)

A noite. Gosto dela. E muito. Já disse neste espaço. Mas há várias noites. Uma multiplicidade delas. Para os amantes ela é tudo. Para os poetas fonte de inspiração. Para outros momento de reflexão. Para uns, contudo, ela é uma tragédia. Um instante em que tudo perde o brilho, a esperança, a paz. Noite: sinônimo de trevas. São pessoas que tem medo dela. Que ficam desesperados quando estão passando por ela. Todos, mesmo os seus admiradores, tem uma(as) noite(es) dessa(s). Agora existe uma peculiaridade nela: mesmo num dia de maior sol, pode-se experimentá-la. Ela não segue o ritmo normal do tempo. Pelo contrário, é uma intransigente. Mas... mesmo assim ela acaba...



O sol sempre nasce. E com diz o povo: NASCE PARA TODOS. Essa é uma grande esperança, saber que, ainda que a noite esteja tirando a energia, o prazer de viver, os sonhos... Tudo renasce ao amanhecer!

Um comentário:

  1. Quando a noite vem
    Trazendo as estrelas
    E um fio de luz
    Não sei se azul
    ou prateado
    Desliza
    Fino
    Tênue
    E vem se esparramar
    Nos seus cabelos
    Sinto-me em paz.

    Esqueço tudo...

    Deixo lá para trás
    Dias escaldantes,
    Barulhos ferozes,
    Poeira sufocante.
    Cansaço...Solidão.


    tenha uma linda noite!!!
    Saudades!

    Abraços!

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