segunda-feira, 22 de outubro de 2007

CORAÇÃO PARTIDO...




As decepções amorosas fazem parte da nossa existência. Talvez não fosse nem bem falar em decepções, mas em ilusões. Essas existem quer sejamos enganados ou não; aquelas, partem do pressuposto que eu gostava/amava alguém e fui ludibriado, portanto fui correspondido (ou achava que estava sendo).
Ilusões! Como se diz: quem nunca por uma passou que atire a primeira pedra...
Gostei muito de uma garota por mais de um ano. Nesse período, não obstante ter sido terrível (eu não era correspondido), eu aprendi muitas coisas. Aprendi (e passei pela experiência) que a dor da paixão, do amor, que tanto já foi versejada pelos poetas e descrita pelos romancistas, é real. Bem real. Tão real quanto uma dor de cabeça, uma dor no pé, no dente (essa perturba muito), na barriga... É como se um dardo inflamado fosse lançado em seu coração e o veneno penetrasse rapidamente, te deixando paralisado, a única vontade que se tem é de chorar, esbravejar, pensar que tudo não existe.
Um coração partido...
O bom que é você fica mais sensível perante a dor alheia, sabe entender o motivo de algumas pessoas cometerem loucuras por amor, até chegar ao ponto de tirar a própria vida. Que graça tem a vida se não é possível vivê-la ao lado de quem se ama?
Um devaneio amoroso é agridoce. É azedo porque a pessoa que ama não é correspondida. É doce porque mesmo sem ser correspondido o AMOR FAZ SEMPRE BEM A QUEM O TEM.

Um comentário:

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